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Publicado em 16 de dezembro de 2017 às 09:00h

Chuvas intermitentes provocam prejuízos e atrasam plano de asfaltamento

por Dilvan Coelho

As chuvas intermitentes que caem sobre a região estão causando muitos prejuízos. A população clama por socorro e o poder público fica impotente diante dos incontáveis pedidos de ajuda. São telhados arrancados, árvores caídas e zonas alagadas. Enquanto nas cidades a chuva causa estes e outros estragos, no campo é bem vinda, mesmo porque, os mananciais de água estavam sendo esgotados com as estiagem prolongadas dos últimos anos. A falta de chuva estava esgotando o lençol freático e, com isso, os córregos, rios e represas estavam secando, preocupando não somente aos produtores rurais, como também as autoridades cientes da escassez dos recursos hídricos.

(Foto arquivo vida diária)

No caso de Teixeira, é o rio Itanhém que abastece a cidade e que passou a ser preocupação dos formadores de opinião cientes de que este não possui mais a mesma força, uma vez que o nível do rio vinha diminuindo a cada ano. Mas, nada é tão simples assim, pois a falta de mata ciliar ao entorno dos rios pode fazer com que as chuvas carreguem ainda mais areia para dentro dos veios. A natureza foi concebida com perfeição e a intervenção do homem, na maioria das vezes, não é salutar.

Além dos prejuízos comuns, as chuvas prolongadas são inimigas de qualquer construção, principalmente  asfaltamentos. Toda e qualquer obra que for executada, se houver falha, a água descobre o defeito, além de impedir o andamento dos trabalhos.

É o caso dos asfaltamentos que estão sendo feitos em Teixeira de Freitas. No bairro Teixeirinha, por exemplo, o asfaltamento que deveria ser executado com 10 dias, foi paralisado. A prefeitura já tinha preparado a base e colocado o solo-brita. As chuvas, além de paralisar o andamento da obra, também provocou retrocesso, pois todo processo terá que ser refeito para colocar a camada de asfalto.

Teixeira de Freitas só tem 19% das ruas pavimentadas, por isso, com as chuvas, as ruas ficam intransitáveis com tantos buracos, até mesmo nas ruas asfaltadas. O pior é que nada pode ser feito enquanto estiver chovendo. Isso nos faz lembrar o ex-prefeito Francistonio Pinto, que, ao chegar no final do governo, se queixou que durante os anos que foi prefeito nada pôde ser feito porque choveu durante os 4 anos de seu mandato.

O plano de asfaltamento do prefeito Temóteo Brito previa asfaltar 100 ruas em cada ano e chegar ao final do mandato com 400 ruas asfaltadas, porém, no primeiro ano conseguiu asfaltar cerca de 100 mil metros quadrados. Além de asfaltar a continuação da av. São Paulo, dando uma nova opção de acesso da BR-101 ao centro da cidade, facilitou o acesso ao Shopping Patiomix e ao Atacadão, que será inaugurado no mês de fevereiro. Está asfaltando também os bairros Vila Caraípe, Vila Verde, Bela Vista, Monte Castelo e Teixeirinha. Seu plano é asfaltar ainda esse ano o bairro Recanto do Lago, mas parece que o tempo não vai permitir. No ritmo que as chuvas estão indo, a administração deve se dar por satisfeita se conseguir asfaltar o bairro Teixeirinha até o início de 2018.

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Curtas e picantes
Engenheiro Civil, Pós Graduado em Marketing Empresarial, participa como estrategista em Campanhas Políticas desde 1985, conhecido por Dilvan Coelho.
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Doutora em linguística pela PUC-RS (2014) e Mestre em Estudos de Linguagens, pela Universidade do Estado da Bahia - Uneb (2008), Cristhiane Ferreguett.