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Consórcio Construir

Publicado em 15 de março de 2019 às 19:09h

Consórcio Construir realiza reunião para tratar assuntos de fortalecimento da agricultura

por Vanessa Silva

O Consórcio Público Intermunicipal de Infraestrutura do Extremo Sul da Bahia (Consórcio Construir) realizou, na manhã desta sexta-feira (15), uma reunião visando à integração entre os secretários de Meio Ambiente e do Agronegócio de 13 municípios do Extremo Sul.

O consórcio Construir nasceu dia 3 de julho de 2009, na cidade de Medeiros Neto, abrangendo 5 municípios, depois, em 2013 e até hoje, fazem parte 13 municípios, com uma população total de 463 mil habitantes, onde os 13 municípios estão todos devidamente regularizados.

O consórcio também possui uma estrutura composta por uma diretoria executiva de quatro prefeitos, tendo  Dr. Carlos Simões, Maira Brito, Dinoel de Carvalho e Dr. Marcelo.

O Diretor Executivo da Construir, Fernando Becevelli, falou dos serviços oferecidos pela empresa: “Nós temos nas cidades o Consorcio de Saúde com as Policlínicas e o Consorcio de Infraestrutura, que pode ser feito coletivamente, trazendo maior eficiência e redução nos custos do trabalho.”

Fernando Becevelli  também explicou como funciona a estrutura de atendimento: “Nos estamos aqui em Teixeira de Freitas desde 2016, com o serviço de Gestão Ambiental Compartilhada- GAC, que é um convenio alinhados aos consórcios, com a estrutura de 3 técnicos que oferecem suporte a questão ambiental aos 13 municípios”, explicou o diretor.

“O consorcio Construir do nosso território, está em 1º lugar na Bahia, em termos de eficiência, conseguindo cumprir 100% das metas. Estamos  agora responsável por toda a malha rodoviária do estado, dos 13 municípios parceiros”, acrescentou Fernando Becevelli.

Ainda de acordo o Diretor Executivo, a Secretaria de Agricultura forneceu uma patrulha mecânica com equipamentos como Patrol, Carregadeira, Escavadeira, Rolo Compactor, Trator de Pneus, Caminhão Pipa e Caminhão Caçamba.

O Diretor ainda expôs o desejo de criar uma proposta que atenda as necessidades dos agricultores que estão desassistidos, desde o fim da EBDA.  “O objetivo da reunião é integrar sobre uma questão que está incomodando muito, que foi o fim da EBDA – assistência técnica rural,  deixando agricultores sem assistência técnica ao município que tem a condição financeira melhor.”

Fernando ainda explica as mudanças que podem ser feitas para benéficos dos agricultores: “Os municípios mais distantes, como exemplo, Itanhém, ele tem a inspeção municipal funcionando,  mas a mercadoria deles  não pode ser vendida em Teixeira de Freitas, por exemplo. A proposta é que seja feita uma uniformização da legislação, para que o mesmo produto que foi licenciado em Itanhém possa ser vendido em toda região. A ideia é que seja feita uma integração para que esse produto tenha uma segurança alimentar e não seja considerado clandestino”.

E reitera: “Para isso, temos técnicos da equipe que podem auxiliar, além de, uma promessa de convênio com a Agrale, que disponibilizará 3 técnicos para organizar esse sistema de Integração  e Inspeção regional, e ainda uma equipe da assistência técnica rural para orientar o pequeno produtor para adaptar as instalações e meios de produções”, finaliza o Diretor Executivo da Construir.

O coordenador da ADAB de Eunápolis e veterinário, Claúdio, falou do principal problema enfrentado pelos municípios: “Estamos passando por um momento difícil no Estado da Bahia, onde um estado com uma elevada arrecadação ICMS possui uma concentração tão grande de desempregados. Nós precisamos reverter essa situação, e para que isso seja possível temos que pensar no que vive nossa população.”

Claúdio também falou da necessidade de reverter essa crise enfrentada, principalmente, pelas prefeituras, que é hoje, a maior geradora de empregos da cidade. “Com esta crise no governo, está cada vez mais difícil a situação das prefeituras, que consequentemente arrecada menos. Temos que criar uma solução para reverter essa situação, e isso passa pelo Agronegócio, que é o segundo fonte de renda da região, direta ou indiretamente, que ao contrário das Agroempresas movimenta a economia da região.”

E acrescentou pontos importantes do serviço de Inspeção Municipal: “A maioria das pequenas empresas está informal, o que não garante segurança alimentar e geração de empregos formalizados. Muitas vezes percebemos que os pequenos produtores querem migrar para a formalidade mas não dispõe de recursos nem conhecimento técnico. Então o que a ADAB tem a propor, é uma formalização desse agronegócio informal e criar novos empreendimentos, estimulando os pequenos produtores a desenvolver como indústrias”, disse o coordenador da ADAB.

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Engenheiro Civil, Pós Graduado em Marketing Empresarial, participa como estrategista em Campanhas Políticas desde 1985, conhecido por Dilvan Coelho.
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Doutora em linguística pela PUC-RS (2014) e Mestre em Estudos de Linguagens, pela Universidade do Estado da Bahia - Uneb (2008), Cristhiane Ferreguett.