editorial destaques

O QUE ESTÁ EM FOCO

economia sustentabilidade comunidade política saúde educação esportes polícia

COLUNAS

além da porteira curtas e picantes eco e pet vidas em foco

POLÊMICA

Publicado em 17 de julho de 2018 às 23:26h

Diretoria da Policlínica apresenta provas mostrando legalidade da licitação; Marcílio Goulart continua despreparado

por Dilvan Coelho

Diretor Administrativo do Consaúde

De acordo com o diretor executivo do Consaúde (Consórcio Público Interfederativo de Saúde do Extremo Sul da Bahia), Juliano Ferreira da Mota, um site local se equivocou ao divulgar dados desencontrados sobre a licitação, gerando desinformação entre os munícipes.

A empresa mostrada na matéria, participou do processo licitatório, mas não foi a vencedora do certame. O diretor esclarece que para participar da licitação as empresas precisam estar com situação cadastral ativa na Receita Federal e todas as três empresas que participaram da livre concorrência cumpriam estas exigências.

Empresas que participaram da licitação estão com situação cadastral Ativa

Para ele, é irracional acreditar que diligências sejam expedidas visando verificar detalhes a respeito de todas as empresas que participam das licitações. Esse tipo de fiscalização mais aprofundada só acontece para a empresa vencedora visando confirmar se ela possui condições de cumprir o contrato. Como a empresa denunciada pelo site não venceu a concorrência, ela não  precisou apresentar documentos adicionais. Mesmo assim, o fato de uma empresa atacadista não ostentar uma fachada não a coloca como fantasma, pois, hoje em dia, o empresário não precisa alugar um ponto comercial exclusivamente para ter um domicílio fiscal. Ele pode optar em registrar um endereço válido que possibilite a formalização do negócio.

Juliano Ferreira Mota acredita que alguém mal-intencionado passou as informações falsas, lesando pessoas idóneas e lançando sombra sobre uma entidade (a Policlínica) que vem executando um serviço que tem minimizado o sofrimento da população, já tão carente de saúde.

“Quem faz isso não tem preocupação com o bem público e nem respeito pelo cidadão. Quem faz isso, quer apenas que seus objetivos particulares sejam alcançados. Não gostaríamos de acreditar em “denuncismo”, que é uma praga virulenta capaz de minar os esforços em favor da comunidade jogando o povo contra aqueles que por ele luta. É triste chegar a conclusão que a desinformação gerada por um grupo malicioso torne vilões em heróis. O que confrontamos nessa situação – mais uma vez – é a parábola do “travesseiro de plumas” da calúnia se espalhando e destruindo pessoas de bem e  favorecendo pessoas totalmente desprovidas de moral”, lamentou Juliano.

Para não haver dúvidas sobre a lisura e transparência com que o processo licitatório foi conduzido, Juliano – além de apresentar os documentos, solicitou uma auditoria.

“Eu solicitei uma auditoria do Estado para fazer esta verificação e todas as Câmaras de Vereadores dos municípios consorciados estão convidadas, através de seus parlamentares, a fazerem esta verificação. Qualquer vereador, que estiver suspeitando, pode vir que estou de portas abertas. Daqui a 60 dias estaremos recebendo o relatório desta auditoria. Eu comprei num preço justo em uma empresa idônea. Estou ansioso para mostrar esse relatório a sociedade. Infelizmente os transtornos e o estresse sofrido por minha família não poderão ser sanados. Infelizmente, graças a essa publicação irresponsável, vivi dias difíceis com pessoas do meu entorno, que me respeitavam, me olhando de forma desconfiada”, explicou o diretor.

Empresas que participaram da licitação:

Empresa vencedora:

– G. N. Lopes & Cia. LTDA

Empresas participantes:

– Supermercados Casagrande LTDA

– Comércio de Produtos Alimentícios Jussama LTDA (empresa acusada de ser “fantasma”)

Continua despreparado: Vereador Marcílio baseado em especulação comete crime de difamação?

Ao abordar o tema na tribuna da Câmara Municipal de forma inadequada, em razão de sua proeminência por ocupar um cargo que exige responsabilidade de fiscalizar, o vereador Marcílio Goulart confere proporção ao engano. A princípio, Ele admite o desconhecimento ao tratar o assunto da seguinte forma: “Inclusive eu não sei, nós teremos que verificar”. No decorrer de seu discurso – no entanto –  eleva a voz e assume o tom de acusação. O pronunciamento – sem cortes – do vereador pode ser conferido no site da Câmara Municipal que registrou a reunião ordinária da última quarta-feira (11/07).

Essa não é a primeira vez que o parlamentar demonstra não ter equilibrio emocional para estar à frente de um cargo público. Nos bastidores da política o vereador e antigo chefe de gabinete na administração do ex-prefeito João Bosco é conhecido por se deixar levar pelas emoções e se sustentar em conhecimentos superficiais para atingir seus objetivos políticos. Há quem argumente que é da natureza do parlamentar falar primeiro e sofrer as consequências depois. No entanto há quem afirme que trata-se de jogada política e denuncismo visando atingir objetivos específicos, principalmente com a aproximação do julgamento e votação das contas do Ex-prefeito João Bosco que foram rejeitadas pelo TCM e – caso sejam rejeitadas também pelos vereadores – inviabilizam eleitoralmente o político por 8 anos, enfraquecendo sua trajetória, e com isso quer adquirir visibilidade para tentar influenciar nas decisões dos colegas.

Compartilhe nas redes socias: FACEBOOK WHATSAPP


Colunas

Além da porteira
Confira todas as informações sobre o Agronegócio e Economia Local, oportunidades e curiosidades e muito mais.
Curtas e picantes
Engenheiro Civil, Pós Graduado em Marketing Empresarial, participa como estrategista em Campanhas Políticas desde 1985, conhecido por Dilvan Coelho.
Eco & Pet
Doutora em linguística pela PUC-RS (2014) e Mestre em Estudos de Linguagens, pela Universidade do Estado da Bahia - Uneb (2008), Cristhiane Ferreguett.