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Economia

Publicado em 17 de dezembro de 2017 às 15:55h

Duas das cidades mais ricas da Bahia estão no Extremo Sul, os dados são do IBGE

por Foco no Poder

Mucuri e Itapebi, dois municípios do Extremo Sul, nos limites geográficos, são as duas cidades mais ricas da região e estão entre os dez maiores índices de Produto Interno Bruto (PIB) per capita da Bahia. Em oitavo lugar está Mucuri, que gerou R$ 48.612,00 de riqueza em 2015, onde a mola propulsora da economia está na fábrica de papel e celulose e, na décima posição está  Itabebi, onde existe uma Usina hidrelétrica, com R$ 40.980,04. Os dados são referentes à Pesquisa Produto Interno Bruto dos Municípios 2015, divulgada nesta quinta-feira (14) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Mucuri- Fábrica da Suzano

Considerando o cenário nacional, a cidade mais pobre também está na Bahia, mais especificamente no Nordeste do estado. A ‘conquista’ é do município que, ironicamente, se chama Novo Triunfo. A cidade do semiárido baiano gerou apenas R$ 3.369,79 de riqueza por habitante. Para efeito de comparação, o PIB per capita brasileiro (ou seja, a média nacional) naquele ano foi de R$ 29,3 mil.

Hidrelétrica em Itapebi – Rio Jequitinhonha

O primeiro colocado no Brasil é o município de Presidente Kennedy, no Espírito Santo, que registrou, em 2015, R$ 513.134,20 de riqueza por morador. Em segundo lugar, aparece Paulínia, em São Paulo, com R$ 276,9 mil.

O município baiano mais bem colocado no ranking é São Francisco do Conde, no Recôncavo, que ocupa agora o 8º lugar. Ela tem em comum, com boa parte dos municípios que estão no topo da lista, uma baixa densidade demográfica e a presença de uma indústria de petróleo ou refino.

“Os municípios Presidente Kennedy (ES), São João da Barra (RJ) e Ilhabela (SP) eram produtores de petróleo e Paulínia (SP) e São Francisco do Conde (BA) tinham indústria do refino. Louveira (SP) concentrava centros de distribuição de grandes empresas e Triunfo (RS) era sede de polo petroquímico. Já Selvíria (MS) e Araporã (MG) possuíam hidroelétrica, enquanto Gavião Peixoto (SP) tinha indústria de outros equipamentos de transporte. Em comum esses municípios possuíam baixa densidade demográfica, juntos somavam 1,3% do PIB brasileiro e apenas 0,1% da população”, destaca o levantamento.

Confira os rankings da Bahia e do Brasil na pesquisa do IBGE.

Fonte Extremus21

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Engenheiro Civil, Pós Graduado em Marketing Empresarial, participa como estrategista em Campanhas Políticas desde 1985, conhecido por Dilvan Coelho.
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Doutora em linguística pela PUC-RS (2014) e Mestre em Estudos de Linguagens, pela Universidade do Estado da Bahia - Uneb (2008), Cristhiane Ferreguett.