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Bahia

Publicado em 13 de fevereiro de 2019 às 08:01h

Estimativa da safra de grãos tem queda de 16,7% em 2019

Produção baiana de mandioca deve voltar a crescer em 2019, segundo IBGE
por Redação

Foto: Jonas Oliveira/ ANPr

Foto: Jonas Oliveira/ ANPr

A primeira estimativa para a safra baiana de cereais, leguminosas e oleaginosas (também conhecidos como grãos) em 2019 totalizou, em janeiro, 7.766.825 toneladas, que representa uma queda de 16,7% em relação à safra recorde de 2018 (9.323.119 toneladas).

A área a ser colhida com grãos em 2019, no estado, estimada em 3.081.505 hectares (ha), deverá ser um pouco maior (+1,6%) que a de 2018 (3.033.505 ha), indicando redução no rendimento médio. A previsão é de queda de produtividade em culturas importantes na Bahia, como a soja (-22,8%, de 3.903 kg/ha para 3.015 kg/ha); o algodão herbáceo (-22,0%, de 4.672 kg/ha para 3.644 kg/ha); e o milho (-4,5%, de 3.262 kg/ha para 3.114 kg/ha).

Para o Brasil como um todo, a estimativa de janeiro para a safra de grãos 2019 é de 230,7 milhões de toneladas, 1,9% acima da colhida em 2018, com uma área a ser colhida de 62,1 milhões de hectares, 2,0% maior que a do ano anterior.

As informações são do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA), realizado mensalmente pelo IBGE. O grupo de cereais, leguminosas e oleaginosas (grãos) engloba os seguintes produtos: arroz, milho, aveia, centeio, cevada, sorgo, trigo, triticale, amendoim, feijão, caroço de algodão, mamona, soja e girassol.

A partir das informações desta primeira estimativa, a Bahia deve perder participação na produção nacional de grãos, de 4,1% em 2018 para 3,4% em 2019, caindo uma posição entre os estados, da 7ª para a 8ª maior contribuição, sendo superada por São Paulo. Mato Grosso deverá continuar na liderança da produção nacional de grãos neste ano, respondendo por 26,2% do total, seguido, mais uma vez, por Paraná (16,0%) e Rio Grande do Sul (14,8%).

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Engenheiro Civil, Pós Graduado em Marketing Empresarial, participa como estrategista em Campanhas Políticas desde 1985, conhecido por Dilvan Coelho.
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Doutora em linguística pela PUC-RS (2014) e Mestre em Estudos de Linguagens, pela Universidade do Estado da Bahia - Uneb (2008), Cristhiane Ferreguett.