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Caso Cassiane

Publicado em 4 de dezembro de 2017 às 21:12h

Julgamento caso Cassiane Lima: Ismael pode pegar de 12 a 30 anos de prisão

por Foco no Poder

Cassiane Lima, estuprada e morta aos 15 anos de idade por Ismael, que está sendo julgado neste momento. Foto reprodução internet

No dia 27 de novembro de 2014 os projetos de vida de uma adolescente de 15 anos, serva de Deus, integrante assídua de grupos de oração e de coreografia, foram interrompidos de maneira violenta por Ismael de Jesus Morais, que, na época, tinha 27 anos.

A última vez que Maria Aparecida viu sua filha Cassiane Lima viva foi às 6h da manhã da quinta-feira, 27/11/14, quando a deixou em casa e foi trabalhar. Lá, o vizinho, Ismael, teria adentrado à residência, violentado, matado e, depois, enterrado o corpo numa cova rasa em meio a uma plantação de eucalipto em Alcobaça. Mas, somente no dia 2 de dezembro que Ismael foi descoberto, após um fio de cabelo da menor ter sido encontrado no porta-malas de seu carro.

Os pais de Cassiane acompanham o julgamento. Fotos Wesley Morau/OSollo

Hoje, segunda-feira (4/12), 3 anos depois, ele está no banco dos réus, sendo julgado por essa barbárie, e pode pegar de 12 a 30 anos de prisão, podendo a pena ser aumentada ser for considerado homicídio qualificado com concurso material em ocultação de cadáver. Ismael tem se mantido de cabeça baixo durante o julgamento.

O assassino Ismael permanece de cabeça baixa em seu julgamento

O julgamento de Ismael começou pouco antes das 9h da manhã, na Vara do Júri e Execuções Penais da Comarca de Teixeira de Freitas, sendo presidido pelo juiz Argenildo Fernandes. A frente da acusação está o promotor do Ministério Público, Gilberto Ribeiro Campos, e seu assistente, o advogado Leandro Murça. Ismael conta com o defensor público Hamilton Souza de Almeida. O júri é composto por sete pessoas, das quais cinco são mulheres.

Vara do Júri e Execuções Penais da Comarca de Teixeira de Freitas

Familiares e amigos de Cassiane Lima, estudantes de direito e do Colégio Rui Barbosa, aonde a adolescente estudava, assistem ao julgamento, que tem cobertura da imprensa regional.

Alunos do Rui, onde a menor estudava, acompanham o julgamento

O juiz Argenildo Fernandes, após sortear o júri, ouviu Manoel Garrido, perito criminal, coordenador do Departamento Regional de Polícia Técnica, que realizou o procedimento pericial, junto a cova rasa, onde o corpo fora localizado.

Perito Manoel Garrido sendo ouvido

O julgamento deve seguir durante todo o dia. A qualquer momento, mais informações.

Fonte:  Carla Félix / O Sollo

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Engenheiro Civil, Pós Graduado em Marketing Empresarial, participa como estrategista em Campanhas Políticas desde 1985, conhecido por Dilvan Coelho.
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Doutora em linguística pela PUC-RS (2014) e Mestre em Estudos de Linguagens, pela Universidade do Estado da Bahia - Uneb (2008), Cristhiane Ferreguett.