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Mortalidade infantil

Publicado em 20 de julho de 2018 às 09:02h

Mortalidade infantil sobe 9,2% na BA e fica acima da média nacional

Em 2016, estado contabilizou 18 óbitos infantis por mil nascimentos, segundo dados divulgados pelo Ministério da Saúde. No país, esse número ficou em 13,3 mortes.
por Foco no Poder
Após 26 anos de queda, taxa de mortalidade infantil sobe 9,2% na Bahia e fica acima da média nacional. (Foto: Reprodução/RBS TV)

Após 26 anos de queda, taxa de mortalidade infantil sobe 9,2% na Bahia e fica acima da média nacional. (Foto: Reprodução/RBS TV)

Após 25 anos de queda, a taxa de mortalidade infantil aumentou 9,2% na Bahia em 2016, comparado ao ano de 2015, segundo dados divulgados nesta semana pelo Ministério da Saúde.

Conforme o órgão, o estado teve 18 óbitos infantis a cada mil nascimentos em 2016. A taxa ficou acima da média nacional, que foi de 14 mortes por cada mil nascimentos no mesmo ano.

A partir de 1990, a Bahia, assim como o restante do país, começou a apresentar queda no número de mortes de crianças. Em 1990, o estado registrava taxa de 66 mortes por cada mil nascimentos. Em 2015, a taxa já havia baixado para 16,4.

Taxa de mortalidade infantil na Bahia para cada 1 mil nascidos vivos (1990 a 2016))

ANOTAXA
199066,0
199161,9
199258,0
199354,4
199451,0
199547,8
199644,8
199742,0
199839,3
199936,9
200034,6
200134,2
200231,0
200329,9
200429,0
200527,5
200626,2
200724,9
200823,6
200922,1
201021,0
201120,0
201219,1
201318,7
201418,4
201516,4
201618,0

No país inteiro, houve aumento de 4,8% em 2016 com relação a 2015, quando 13,3 mortes (a cada mil) foram registradas.

O Ministério da Saúde credita a alta mortalidade ao vírus zika e às mudanças socioeconômicas.

Dados recentes do órgão também mostram que a vacinação em crianças, um importante fator para a redução da mortalidade, atingiu o menor nível em 16 anos.

Na Bahia, por exemplo, 63 cidades não chegaram a vacinar, no ano de 2017, nem metade das crianças que compõem o público-alvo da imunização contra a poliomelite (paralisia infantil), que pode lavar à morte. Por conta disso, o Ministério informou que a Bahia é o estado brasileiro com maior risco de retorno da doença.

O último caso de poliomelite no estado foi registrado no final da década de 80, mas, como o vírus ainda circula no mundo, pode haver o risco de contaminação.

Zika

Desde 2015, o Brasil teve 351 mortes de fetos, bebês e crianças associadas ao vírus da zika, mostrou último boletim do Ministério, com dados coletados até 14 de abril de 2018.

Em relação às notificações — e não casos confirmados — os estados que apresentaram maior número foram: Pernambuco (175), Bahia (103), Rio de Janeiro (88), Minas Gerais (71) e Ceará (69). Fonte:  G1/BA

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Engenheiro Civil, Pós Graduado em Marketing Empresarial, participa como estrategista em Campanhas Políticas desde 1985, conhecido por Dilvan Coelho.
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Doutora em linguística pela PUC-RS (2014) e Mestre em Estudos de Linguagens, pela Universidade do Estado da Bahia - Uneb (2008), Cristhiane Ferreguett.