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Levantamento do IBGE

Publicado em 14 de janeiro de 2019 às 10:36h

Produção de soja na Bahia tem estimativa de redução de 20%

por Redação
Produção de soja na Bahia em 2019 tem estimativa de redução de 20%, aponta IBGE — Foto: Reprodução/TV Oeste

Produção de soja na Bahia em 2019 tem estimativa de redução de 20%, aponta IBGE — Foto: Reprodução/TV Oeste

O Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA), divulgado pelo IBGE, apresentou o 2º prognóstico da safra de soja na Bahia em 2019.

De acordo com o balanço, houve declínio nas estimativas de produção do grão, que deverá totalizar 4,9 milhões de toneladas em 2019, ficando 20,8% menor que a safra recorde de 2018 (de 6,2 milhões de toneladas). A Associação de Agricultores Irrigantes da Bahia (Aiba) discorda do levantamento.

O primeiro prognóstico para 2019, divulgado em novembro pelo IBGE, indicava recuo de 15,7% na safra baiana de soja deste ano. A redução prevista da safra de soja no estado se deve à estimativa de queda (-22,8%) no rendimento médio da cultura, em 2019.

Se o prognóstico for confirmado, a Bahia deverá ter, dentre os principais estados produtores de soja, a maior retração percentual na safra do grão, entre 2018 e 2019.

Luiz Stahlke, assessor de agronegócio da Associação de Agricultores Irrigantes da Bahia (Aiba), discorda do percentual divulgado pelo IBGE porque a safra ainda está em andamento.

Segundo ele, mesmo com a redução da área plantada em 2%, os produtores de soja do estado vêm trabalhando com a expectativa de uma produtividade de 66 sacas por hectare na safra 2018/2019. Para os produtores associados da Aiba, tudo indica que a Bahia terá uma excelente safra de soja.

Para o Brasil como um todo, o segundo prognóstico para a safra 2019 de soja é de 117,7 milhões de toneladas, com aumento de 1,0% em relação ao primeiro prognóstico, mas recuo de 0,2% em relação à produção de 2018.

A área a ser plantada com a leguminosa deverá ser de 35,4 milhões de hectares, 0,4% maior que a de 2018. Já o rendimento médio estimado é de 3.323 kg/ha, 1,6% menor, em decorrência das incertezas quanto ao clima durante o ciclo da cultura. Fonte: G1/BA

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Engenheiro Civil, Pós Graduado em Marketing Empresarial, participa como estrategista em Campanhas Políticas desde 1985, conhecido por Dilvan Coelho.
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Doutora em linguística pela PUC-RS (2014) e Mestre em Estudos de Linguagens, pela Universidade do Estado da Bahia - Uneb (2008), Cristhiane Ferreguett.