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Polícia

Publicado em 13 de abril de 2017 às 22:23h

São Lourenço: corpo aguarda 4h por remoção e gera revolta entre moradores

Caso ainda causou mal-estar entre DPT e Polícia Civil.
por Carla Félix

Maria Benedita Domingas, de 44 anos, fora encontrada caída, aparentemente sem sinais vitais, na rua das Flores, bairro São Lourenço, por volta das 5 horas da madrugada; ainda não se sabe a causa da morte. Mas, o que ocorreu após seu corpo ter sido encontrado por populares numa calçada virou manchete envolvendo o Samu, a Polícia Civil e o Departamento de Polícia Técnica (DPT).
Segundo os moradores do São Lourenço, há um descaso por parte do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) com a localidade, pois, em outra ocasião, uma vítima de acidente morrera a espera de socorro, que chegou tarde demais.  No caso da Maria Benedita, populares teriam acionado o Samu ainda na madrugada, mas, apenas por volta das 9 horas o atendimento chegou ao local.

Foto: Liberdade News

Além disso, ouve um desentendimento aparente entre o chefe do DPT e o delegado plantonista. O que tem se chamado de mal-entendido ocorreu porque as pessoas, depois de observarem que Maria não aparentava estar viva, ligaram pra Polícia Civil, a qual, por sua vez, solicitou que o DPT fosse à rua das Flores realizar um levantamento cadavérico.

No entanto, o delegado plantonista não acompanhou a diligência, o que deveria ter sido feito em obediência ao Código Penal – conforme esclareceu o perito criminal coordenador do DPT, Paulo Libório, em entrevista à imprensa. Libório relatou que acompanhou a diligência desde o princípio, mas, a remoção somente é autorizada após comprovação de morte natural por um médico, por isso, a perícia ficou no local aguardando o Samu comparecer à ocorrência.

No total, o corpo aguardou remoção por cerca de 4 horas, tempo que o Serviço levou para chegar ao local, constatar o óbito e, então, o DPT levá-lo ao Instituto Médico Legal (IML), onde os exames de praxe para detectar a verdadeira causa da morte serão realizados.

O médico responsável pelo Samu informou que sua equipe atendia a outra ocorrência, no Colina Verde.

O delegado plantonista ainda não se pronunciou sobre o caso.

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Engenheiro Civil, Pós Graduado em Marketing Empresarial, participa como estrategista em Campanhas Políticas desde 1985, conhecido por Dilvan Coelho.
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Doutora em linguística pela PUC-RS (2014) e Mestre em Estudos de Linguagens, pela Universidade do Estado da Bahia - Uneb (2008), Cristhiane Ferreguett.