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POLÊMICA

Publicado em 4 de abril de 2017 às 22:27h

Timóteo assume a saúde e garante remédios e pagamento de médicos e servidores

por Katia Armini

A Secretaria de Saúde vem sendo duramente criticada na cidade de Teixeira de Freitas. Dentre as reclamações figuram o não pagamento de médicos e servidores da saúde; a falta de remédios; precariedade dos serviços e das instalações; a falta de humanização no atendimento ao paciente que entra doente e sai insatisfeito.

Outra reclamação freqüente é que – desde as gestões anteriores – o atendimento não é igualitário, ou seja, que há trafico de influência possibilitando que pessoas bem relacionadas politicamente sejam atendidas prioritariamente, contrariando o preceito do SUS (Sistema único de Saúde) criado na constituição de 1988 que determina o acesso integral, universal, igualitário e gratuito para toda a população brasileira.

Em entrevista ao âncora do  programa Comando Geral veiculado pela Rádio Caraipe FM, Fernando Moulan, o prefeito da cidade, Timóteo Alves de Brito, explicou as circunstâncias envolvendo a avalanche de problemas denunciados:

“Pegamos uma saúde sucateada, a pior da história de Teixeira. Não foi o Ministério Público que nos procurou, fomos nós que procuramos o Ministério Público. Levamos o problema da saúde ao conhecimento do promotor há cerca de 50 dias atrás”.

Segundo Timóteo, a empresa a Pró Vida, contratada pela administração passada para solucionar os problemas, recebeu o dinheiro, mas não pagou os funcionários nem comprou os medicamentos:

“Por esse motivo, voltamos a entrar em contato com o promotor, George Elias Gonçalves Pereira, titular da 5ª Promotoria Pública de Cidadania e Proteção à Moralidade e ao Patrimônio Público e Cível da 1ª Vara, através de nosso procurador, Dr. Paulo Américo e também convocamos o pessoal da Pró-vida com quem rompemos o contrato. A verba foi liberada para que a empresa resolvesse os problemas, mas ela não o fez”, explicou o prefeito.

Visando sanar o problema, a prefeitura vai assumir a gestão da saúde no município até a contratação de uma nova empresa. Ainda de acordo com Timóteo, sua equipe já encomendou os remédios e termina de pagar médicos e servidores na primeira semana de abril.

Para o prefeito, é importante inserir cláusulas que garantam que a próxima empresa contratada cumpra com suas obrigações para que – em caso de negligência – seja possível intervenção imediata da prefeitura visando o bom andamento da Secretaria de Saúde e o pagamento em dia dos funcionários.

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Engenheiro Civil, Pós Graduado em Marketing Empresarial, participa como estrategista em Campanhas Políticas desde 1985, conhecido por Dilvan Coelho.
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Doutora em linguística pela PUC-RS (2014) e Mestre em Estudos de Linguagens, pela Universidade do Estado da Bahia - Uneb (2008), Cristhiane Ferreguett.